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Implantes Dentários

Implante dentário: tudo o que você precisa saber antes de fazer

O que é um implante dentário, quando é indicado e como funciona a recuperação — com a experiência do Dr. Flávio Ricco, em São Paulo.

Equipe Riccodonto
Dr. Flávio Ricco e Dra. Pamela Ricco, equipe da Riccodonto responsável pelos implantes dentários.

um implante dentário é uma estrutura de titânio inserida no osso da mandíbula ou da maxila, que substitui a raiz de um dente perdido. Depois que o osso se integra ao implante — processo chamado osseointegração —, ele passa a servir de base para uma coroa, ponte ou prótese, devolvendo função e estética sem depender dos dentes vizinhos. A indicação, o número de sessões e o prazo total variam de caso para caso e dependem sempre de uma avaliação clínica individual.

Perder um dente muda a forma como você mastiga, fala e sorri — e, com o tempo, também muda o osso que sustentava aquele dente. As perguntas abaixo são as que mais aparecem antes de alguém decidir avaliar um implante, incluindo quem já ouviu falar da técnica há anos, mas nunca teve as dúvidas respondidas de forma direta.

O que é um implante dentário?

Um implante dentário é uma pequena estrutura de titânio inserida cirurgicamente no osso, no lugar da raiz de um dente que foi perdido. Uma vez que o osso cresce ao redor dela e se integra — a osseointegração —, o implante se torna um suporte fixo para uma coroa, ponte ou prótese.

Diferente de uma prótese removível, que se apoia sobre a gengiva e pode se mover ao mastigar ou falar, o implante fica ancorado no osso da mesma forma que uma raiz natural. Isso o torna a opção mais próxima de recuperar a sensação e a função de um dente real.

O que é osseointegração?

Osseointegração é o nome técnico do processo pelo qual o osso se conecta diretamente à superfície do implante de titânio, de forma estrutural e funcional — é essa conexão que transforma o implante em uma base estável, e não apenas em um objeto encaixado no osso. A Implantodontia é uma especialidade odontológica regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia justamente por envolver esse processo biológico e a reabilitação protética que vem depois dele.

Preciso de enxerto ósseo para fazer implante?

Nem sempre — depende do volume de osso disponível na região, avaliado por exame clínico e de imagem. Quando o osso é insuficiente, o enxerto entra como etapa preparatória antes do implante propriamente dito.

Como sei se preciso de um implante?

Não existe uma regra única — a indicação de um implante depende sempre de uma avaliação clínica individual, que considera a condição do osso, a saúde bucal geral e a causa da perda do dente. Dito isso, algumas situações levam a maioria das pessoas a considerar essa avaliação:

  • Perda de um dente por trauma, cárie extensa ou outra causa
  • Dente com prognóstico comprometido, segundo avaliação clínica
  • Desejo de substituir uma prótese removível por uma solução fixa

Se você se identifica com algum desses pontos, o próximo passo real é uma avaliação — não uma decisão tomada a partir de uma busca no Google, por mais completa que ela seja.

É possível colocar implante depois de perder um dente há muitos anos?

Em muitos casos sim, mas quanto mais tempo passa desde a perda do dente, maior a chance de ter havido reabsorção óssea na região — o que pode exigir uma avaliação mais cuidadosa, e eventualmente um procedimento adicional antes do implante em si. Isso não significa que o implante esteja descartado: significa que o caso precisa ser avaliado com exame de imagem antes de qualquer indicação.

Quem pode fazer implante dentário?

Depende de uma avaliação clínica individual, incluindo a condição do osso e a saúde bucal geral. Não existe um critério único válido para todos os casos — por isso a Riccodonto não promete elegibilidade sem antes examinar o paciente.

Como funciona o processo de implante, do início ao fim?

O tratamento com implante segue etapas bem definidas, ainda que o tempo de cada uma varie conforme o caso. É a mesma sequência que o Dr. Flávio Ricco vem repetindo, caso a caso, desde que começou a realizar implantes em 1991:

  1. 01Avaliação — exame clínico e de imagem para entender a condição do osso e do dente a ser substituído.
  2. 02Planejamento — definição da posição e do tipo de implante indicado para aquele caso específico.
  3. 03Cirurgia — instalação do implante no osso, feita sob anestesia local.
  4. 04Cicatrização — período em que o osso se integra ao implante (a osseointegração).
  5. 05Coroa final — instalação da coroa que devolve a função de mastigar e a estética do dente.

Quando aplicável, o planejamento pode envolver escaneamento intraoral para um mapeamento mais detalhado do caso antes da cirurgia — a indicação dessa etapa também é avaliada individualmente, e não é usada em todos os casos.

Quanto tempo leva um implante, do início ao fim?

O prazo varia conforme o caso, incluindo o tempo de cicatrização do osso antes da instalação da coroa final. A Riccodonto não divulga um prazo padrão porque esse tempo depende de fatores como a qualidade do osso, a necessidade ou não de um procedimento adicional antes do implante, e a resposta individual de cicatrização de cada paciente — o prazo real é definido durante a avaliação.

Implante dentário dói?

A cirurgia em si é feita com anestesia local, então não há dor durante o procedimento. O desconforto no pós-operatório varia de pessoa para pessoa e costuma ser controlável com as orientações passadas pela clínica após a cirurgia — não é incomum sentir um desconforto leve a moderado nos primeiros dias, semelhante ao de outras cirurgias orais.

Quais são os benefícios de um implante?

  • Preserva o osso da mandíbula ou maxila — o implante estimula o osso de forma parecida com a raiz natural, o que ajuda a evitar a perda óssea que costuma acompanhar a ausência de um dente por muito tempo.
  • Função mastigatória restaurada — uma vez integrado, o implante funciona como um suporte firme para mastigar, sem a movimentação de uma prótese solta.
  • Não depende dos dentes vizinhos — diferente de uma ponte fixa tradicional, o implante não exige desgastar os dentes ao lado para servir de apoio.

Qual a diferença entre implante e prótese removível?

A prótese removível se apoia sobre a gengiva e pode ser retirada da boca; ela é uma solução válida em determinados casos, mas costuma exigir adaptação e pode se mover ao mastigar ou falar. O implante, por ser fixado no osso, permanece no lugar como um dente fixo — a escolha entre as duas opções depende da avaliação do caso, não é uma questão de uma ser "melhor" em qualquer situação.

O que acontece se eu não substituir o dente perdido?

O espaço deixado por um dente perdido tende a favorecer a perda do osso que sustentava aquela raiz, já que o osso deixa de receber o estímulo da mastigação naquele ponto. Também é comum que os dentes vizinhos se desloquem gradualmente em direção ao espaço vazio ao longo do tempo. Nem toda pessoa precisa repor o dente imediatamente, mas adiar a decisão por muito tempo pode tornar uma futura reabilitação — com implante ou outra solução — mais complexa do que seria logo após a perda.

Quanto custa um implante dentário?

Não existe um preço único e público — o valor varia conforme o número de implantes necessários, a necessidade ou não de enxerto ósseo, o material da prótese final e a complexidade geral do caso. Segundo o Código de Ética do Conselho Federal de Odontologia, o valor só pode ser definido depois de uma consulta que avalie o paciente — nunca antes.

Como funciona o implante na Riccodonto

O Dr. Flávio Ricco realiza implantes dentários desde 1991 — mais de três décadas de prática contínua na mesma técnica, desde a graduação em 1983 pela Universidade Santo Amaro e a especialização em Implantodontia concluída em 2006. A Dra. Pamela Ricco também é especialista em Implantodontia, título obtido pela UNESP em 2022, o que significa que a clínica conta com dois profissionais formados nessa especialidade — não apenas um.

Quando o planejamento do caso envolve mapeamento digital, o processo pode incluir escaneamento intraoral, realizado no dia a dia da clínica tanto pelo Dr. Flávio quanto pela Dra. Pamela. O atendimento acontece no consultório da Vila Progredior, na zona sul de São Paulo — a poucos minutos do metrô São Paulo-Morumbi.

Perguntas frequentes

  • O que é um implante dentário?

    É uma estrutura de titânio inserida no osso, que substitui a raiz de um dente perdido e serve de base para uma coroa, ponte ou prótese.

  • O implante dói?

    A cirurgia é feita com anestesia local. O desconforto no pós-operatório varia de pessoa para pessoa e costuma ser tratável com as orientações passadas após o procedimento.

  • Quem pode fazer implante?

    Depende de uma avaliação clínica individual, incluindo a condição do osso e a saúde bucal geral. Não há um critério único válido para todos os casos.

  • Quanto tempo dura o tratamento, do início ao fim?

    O prazo varia conforme o caso, incluindo o tempo de cicatrização do osso antes da coroa final. A Riccodonto não divulga um prazo padrão — o tempo é definido na avaliação.

  • O implante substitui o dente natural?

    Ele substitui a raiz e, com a coroa, a função e a estética do dente perdido — mas é uma estrutura artificial, não o dente original.

  • Como é a recuperação depois da cirurgia?

    As orientações de recuperação são passadas individualmente após o procedimento, conforme a técnica usada em cada caso.

  • É possível fazer mais de um implante ao mesmo tempo?

    Depende da avaliação do caso, incluindo a condição do osso em cada região a ser tratada.

  • O implante pode ser rejeitado pelo corpo?

    Como qualquer procedimento cirúrgico, há riscos a considerar, mas o titânio é um material biocompatível amplamente utilizado em Implantodontia. Fatores individuais de saúde e cicatrização são avaliados antes da indicação.

  • Quando devo procurar uma avaliação para implante?

    Assim que perceber a perda de um dente ou receber uma indicação de extração, vale buscar uma avaliação — quanto mais cedo, mais opções de planejamento costumam estar disponíveis.

  • O que acontece se eu não substituir o dente perdido?

    O osso da região tende a perder densidade com o tempo, por falta do estímulo que a raiz natural fornecia, e os dentes vizinhos podem se deslocar gradualmente em direção ao espaço vazio. Isso não significa que a reposição precise ser imediata, mas adiar por muito tempo pode tornar o tratamento futuro mais complexo.

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Em resumo

  • Implante dentário é uma raiz artificial de titânio que se integra ao osso (osseointegração) e sustenta uma coroa, ponte ou prótese.
  • A indicação depende sempre de avaliação clínica individual — não existe critério único para todos os casos.
  • O processo segue cinco etapas: avaliação, planejamento, cirurgia, cicatrização e coroa final.
  • A cirurgia é feita com anestesia local; o desconforto pós-operatório varia por pessoa.
  • Diferente da prótese removível, o implante não se move e não depende dos dentes vizinhos.
  • Na Riccodonto, o Dr. Flávio Ricco realiza implantes desde 1991, e a Dra. Pamela Ricco também é especialista em Implantodontia (UNESP, 2022).
  • Prazo total e número de sessões variam por caso e são definidos na avaliação.
  • Adiar a reposição de um dente perdido por muito tempo tende a favorecer perda óssea e deslocamento dos dentes vizinhos.

Perdeu um dente recentemente ou já convive com o espaço vazio há um tempo? Fale com a Riccodonto pelo WhatsApp e converse com quem realiza implantes há mais de três décadas.

Conteúdo revisado pela equipe Riccodonto.

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